Automobilismo – o Brasil correu tanto e chegou ao Século XXI sem nada

Publicado: maio 10, 2019 em Sem categoria

Chibiusiness

Governo federal descarta Interlagos enquanto gasta R$ 160 milhões em obras – (Blog Olhar Olímpico/UOL/Grupo Folha – 10/05/2019)

A decisão do presidente Jair Bolsonaro (PSL) de apoiar a mudança do GP Brasil de Fórmula 1 para o Rio de Janeiro já em 2020, enquanto a categoria tem acordo com São Paulo, vem durante a vigência de um contrato pelo qual o governo federal investe R$ 160,8 milhões na reforma do autódromo de Interlagos. O acordo foi firmado em 2013, ainda no primeiro mandato da então presidente Dilma Rousseff (PT), e está atualmente em sua última etapa, com a reforma dos boxes já contratada.

https://olharolimpico.blogosfera.uol.com.br/2019/05/10/governo-federal-descarta-interlagos-enquanto-gasta-r-160-milhoes-em-obras

O veículo do Grupo Folha devia ter incluído na matéria,  o que os governos socialistas, incluindo a Orcrim PT, fizeram em Brasília, em relação à realização da prova da Fórmula Indy.

Se a F1 continuar no Brasil, que seja realizada no Rio de Janeiro, onde já teve provas no passado, e que o governo federal seja ressarcido, já que a capital carioca continuará dando pesadas despesas para todos os brasileiros pagarem, por causa de eventos esportivos que reuniram a nata da bandidagem, ao qual os principais envolvidos não foram para a cadeia, assim como em Brasília.

Com a F1 por lá, será a oportunidade para o Grupo Bandeirantes trazer a Fórmula Indy para Interlagos e outras emissoras a Fórmula E para o mesmo local.

Mas, também deveria ser cogitado a realização de mais de uma prova dessas competições em outros autódromos brasileiros.

Organização da Fórmula Indy desmente prefeito e nega etapa no Rio em 2020 – (iG – 09/11/2018)

Segundo a revista americana Racer, o interesse do Rio de Janeiro em sediar uma prova da Fórmula Indy é visto com bons olhos, porém a categoria não tem conseguido apoio financeiro para trazer a corrida ao Brasil.

https://esporte.ig.com.br/automobilismo/2018-11-09/formula-indy-no-rio-de-janeiro-e-negada.html

A Fórmula Indy tem que ser realizada em São Paulo, onde conquistou o maior número de fãs e de onde sempre foram geradas as transmissões da competição.

Novo gestor do DF pretende colocar Brasília para sediar etapa da F-1 – (Jornal de Brasília – 07/11/2018)

Governador eleito, Ibaneis Rocha quer usar edital de concessão do autódromo para negociar prova com a Federação Internacional de Automobilismo.

http://www.jornaldebrasilia.com.br/torcida/novo-gestor-df-pretende-colocar-brasilia-para-sediar-etapa-da-f-1

Onde a “merda” já fedeu para o contribuinte por causa da Fórmula Indy, se for cutucar com a F1 irá feder mais ainda.

Brasília já tem um elefante branco como herança da Copa de 2014 e quem tem dinheiro para ver uma competição cara geralmente não estaria na área em um final de semana, a não ser se fosse garantido o holofote para fazer politicalha.

A capital tem que ir experimentando competições como a Stock Car , Copa Truck e até a Fórmula 1600, para criar ambiente para grandes eventos e não quebrar a cara, mesmo que o o dinheiro seja do contribuinte.

Fórmula E cancela prova no Brasil em 2019 e alega ‘motivos políticos’ – (O Estado de S. Paulo – 16/03/2018)

O processo de privatização do Anhembi levou a prefeitura de São Paulo abrir mão da prova. “O problema é que o sambódromo está umas mudanças que não se sabe se iam privatizar ou não. Para mim foi uma surpresa, porque as autoridades e a prefeitura nos haviam dado a garantia de que tudo estava OK, mas não estava. Agora vamos com um pouco de precaução”, afirmou Agag.

A possível estreia do País na agenda da competição será, talvez, somente em 2020, desde que as negociações para a realização da corrida se concretizem.

Para os planos da categoria, o Brasil é uma etapa estratégica para impactar o mercado sul-americano. “Brasil, assim como outros grandes países, como China, Índia e Estados Unidos, são fronteiras para ganhar a batalha do carro elétrico. Para as montadores, são locais prioritários, porque se esses países adotam o carro elétrico, todos devem seguir”, afirmou Agag. O País tem dois representantes na Fórmula E, Nelsinho Piquet e o atual campeão Lucas di Grassi.

https://esportes.estadao.com.br/noticias/velocidade,formula-e-cancela-prova-no-brasil-em-2019-e-fala-em-problema-politico,70002229879

Essa é a tendência do futuro, e que as outras competições que serão extintas não venham a interferir.

E quando será a vez do Brasil realizar suas competições nacionais só com veículos elétricos?

WEC divulga calendário de 2019/20 e confirma volta das 6 Horas de São Paulo em fevereiro de 2020 – (Grande Prêmio – 18/08/2018)

O Mundial de Endurance manteve a base do calendário atual, mas fez mudanças importantes para a temporada 2019/20. O próximo campeonato passa a ter corridas de 4 e 8 horas e ‘apenas’ uma edição das 24 Horas de Le Mans. Para o público brasileiro, destaque para a realização das 6 Horas de São Paulo em fevereiro de 2020.

https://www.grandepremio.com.br/endurance/noticias/wec-divulga-calendario-de-2019/20-e-confirma-volta-das-6-horas-de-sao-paulo-em-fevereiro-de-2020

O que imprensa está cansada de saber e precisa difundir mais, é que as competições automobilísticas tem custos e investimentos altos e as equipes nem tem mais os patrocínios dos cigarros que não davam asas.

Portanto, é um esporte de elite, caro e para quem pode pagar, como os “abençoados” dos poderes públicos.

E que continuem assim, porque seria uma desgraça total se os “admiradores de bandidos” saíssem brigando pelas ruas ou nos autódromos, tratando equipes de pilotos como se fossem religiões, com torcidas organizadas como facções partidárias.

Fittipaldi: ‘F1 sem brasileiros é culpa de patrocinadores e da Globo’ – (Veja/Abril – 10/11/2018)

Ex-piloto brasileiro, bicampeão da Fórmula 1, acusou as empresas de não investirem em programas de desenvolvimento de jovens talentos.

https://veja.abril.com.br/esporte/fittipaldi-f1-sem-brasileiros-e-culpa-de-patrocinadores-e-da-globo

Se essa Globolixo respeitasse o Brasil e a memória do seu automobilismo, teria cancelado as transmissões da Fórmula 1 sem pilotos brasileiros na TV aberta.

Aliás, veja abaixo um dos motivos do automobilismo brasileiro ter afundado.

Pois, pois, R$ 2 milhões para uma ONG do Galvão Bueno – (Fábio Campana – 18/02/2012)

Enquanto você brinca o carnaval, se alegra à beira-mar, se enche dessa felicidade de ocasião, a tigrada não brinca em serviço. Uma organização não governamental ligada ao narrador Galvão Bueno aprovou um projeto de R$ 2,2 milhões no governo federal.

O governo federal autorizou a Associação Beneficente Galvão Bueno a captar o valor em doações e patrocínios por meio da Lei de Incentivo Fiscal. A decisão foi publicada no “Diário Oficial da União”.

O dinheiro é destinado ao projeto chamado “Escola de Formação de Pilotos”. Dois filhos de Galvão, Cacá e Popó, são pilotos de automobilismo, antiga paixão do narrador, especialista em F-1.

Agora, o mais interessante. Os dois estão com as respectivas carteiras de habilitação de motorista suspensas em Londrina. mas vão ensina a formar pilotos.

https://www.fabiocampana.com.br/2012/02/pois-pois-r-2-milhoes-para-uma-ong-do-galvao-bueno

Pois é, se não sentaram nem naquele peniquinho que tem um formato de carrinho de corrida, que dirá na boca do boi.

Quem governava o Brasil naquela época também não.

Copersucar-Fittipaldi, Skol-Fittipaldi – 1975/1982

Piquet Motor Sports

Nessa época se pilotava no braço e o risco era maior.

Veja pela transmissão, que até o narrador era melhor.

Fórmula 1 do que jeito que está é como o domingo inteiro na Globolixo. 

Já deu o que tinha que dar.


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